Chega hoje ao fim, em Paris mais uma edição do evento multidesportivo mais importante do mundo – os Jogos Olímpicos.
A missão portuguesa vai regressar a casa com quatro medalhas – uma de ouro, duas de prata e uma de bronze e 14 diplomas olímpicos, o que de certa forma está uma vez mais, aquém do potencial dos atletas portugueses, mas muito para lá dos apoios concedidos ao desporto no nosso país, onde não existe, nem nunca existiu uma verdadeira política desportiva definida pelos sucessivos governos do país.
No caso da nossa modalidade, a representação lusa em Paris’2024, esteve a cargo da Ínclita Geração que marca presença consecutiva nos Jogos desde Beijing’2008, passando por London’2012, Rio’2016 e Tokyo’2020. Nestas cinco edições dos Jogos Olímpicos que viram o ténis de mesa ser introduzido no programa apenas em Seoul’1988, o ténis de mesa português arrecadou dois diplomas olímpicos – equipas masculinas em 2012, e Marcos Freitas, em 2016, o que é deveras notável.
Em Paris’2024, uma vez mais assistimos a uma manifestação digna e empenhada dos mesatenistas presentes pelo que só nos resta agradecer-lhes mais este episódio, daquilo que em 2008, batizamos de Olímpico Orgulho. Parabéns a todos, igualmente extensivos á arbitra Celeste Araújo e ao Delegado Técnico, Carlos Leòn, bem como a todos os integrantes da missão portuguesa em Paris’2024 que em muito prestigiaram o pobre e desamparado desporto nacional.
Los Angeles’2028, já começou e no caso do ténis de mesa luso, é muito e difícil o trabalho que se encontra por fazer, e só com a entrega de todos e a mudança de algumas mentalidades, será possível continuar no trilho do Olímpico Orgulho, protagonizado com grande sucesso pela Ínclita Geração.





