Micro Museu ATML: prosseguem os trabalhos

Paulatinamente, os trabalhos de recolha de peças, tratamento, catalogação e apresentação, prosseguem, no sentido de procurar criar uma memória física que contribua para o entendimento pleno da história da modalidade e da ATML.

No momento, já se encontram prontas para exposição algumas peças, das quais destacamos: 1) Evolução da medalhística em Campeonatos Distritais, com a primeira peça, a contar já com mais de meio século; 2) Evolução da medalhística em Campeonatos Nacionais, igualmente com a primeira peça, a contar já com mais de meio século; 3) Evolução da medalhística em Torneios, com a primeira peça, a contar sessenta e oito anos; 4) Diversos Porta-chaves temáticos; 5) Pintura alusiva, da autoria do artista plástico Filipe Amaral; 6) Painel que evoca os 90 anos de existência da ATML, com fotos de alguns que passaram pela atividade, a mais antiga com oitenta e nove anos; 7) Momentos fotográficos da história da atividade, que por exemplo, retratam os dois primeiros finalistas do Campeonato de Lisboa (Carlos Feio e Oliveira Ramos), ou ainda um cartão de identificação, com oitenta e cinco anos.

A história é feita há noventa anos, por muitas e muitos que por aqui passaram e vai continuar a ser escrita todos os dias, no entanto, é absolutamente imperioso que a sua memória se vá fixando.

 

O Ténis de Mesa, é uma modalidade desportiva individual sem contato físico, classificada pela Direção Geral de Saúde, no grupo de “baixo risco”, no âmbito da estratificação de risco da pandemia de SARS-Cov 2 (orientação n.º 36. da DGS, de 25 de agosto de 2020).

Prática competitiva e em contexto de treino, na observância das orientações da Direção Geral de Saúde, n.º 14, 30 e 36.

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