Campeonato da Europa em contagem decrescente

De 13 a 21 de agosto, decorre na cidade alemã de Munique, mais uma edição do Campeonato da Europa de Singulares e Pares.

Portugal vai estar representado por nove atletas. No setor feminino as consagradas, Fu Yu e Jieni Shao, vão ter a companhia das Sub 19: Inês Matos, Matilde Pinto e Patrícia Santos, enquanto que no masculino, Marcos Freitas, João Geraldo, João Monteiro e Tiago Apolónia, preenchem a quota reservada a Portugal. No apoio técnico, vão estar os treinadores, Ricardo Oliveira, Xie Juan e Francisco Santos, integrados na representação nacional, seguem o dr. Bruno Soares e a fisioterapeuta Inês Dias, do departamento médico. O presidente da FPTM, Pedro Moura, chefia a comitiva.

Nas competições de singulares, apenas o trio de jovens atletas acima referido, participa nas qualificações, com os restantes atletas a terem assegurada a presença nos quadros finais. No setor masculino o primeiro designado é o atual vice-campeão do mundo, o jovem sueco Truls Moregaard, enquanto que no feminino a alemã, Ying Han, ocupa a primeira posição do quadro final.

A representação portuguesa parte para este evento com legítimas aspirações à obtenção de resultados de excelência, tendo em conta que desde 2008, até à atualidade, a geração dourada do ténis de mesa nacional, acompanhada pela sempre extraordinária Fu Yu, conquistou nestes eventos treze medalhas: 3 de ouro, 2 de prata, e 8 de bronze. De notar, no entanto, que na variante de pares e no setor masculino, onde os portugueses conquistaram 6 das treze medalhas referidas, desta vez não vamos ter representação (?).

Na última edição dos campeonatos, realizada em Varsóvia, na Polónia, os vencedores foram os seguintes:

Singulares Homens – Timo Boll (Alemanha)

Singulares Mulheres – Petrissa Solja (Alemanha)

Pares Homens – Lev Katsman/Maksim Grebnev (Rússia)

Pares Mulheres – Petrissa Solja/Xiaona Shan (Alemanha)

Pares Mistos – Dan Qiu/Nina Mittelham (Alemanha)

 

O Ténis de Mesa, é uma modalidade desportiva individual sem contato físico, classificada pela Direção Geral de Saúde, no grupo de “baixo risco”, no âmbito da estratificação de risco da pandemia de SARS-Cov 2 (orientação n.º 36. da DGS, de 25 de agosto de 2020).

Prática competitiva e em contexto de treino, na observância das orientações da Direção Geral de Saúde, n.º 14, 30 e 36.

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